Encerramento de contrato afeta atendimento do Samu e reduz salários de funcionários

O fim do serviço de motolância representa desassistência para os moradores, já que era fundamental para dar agilidade aos atendimentos de urgência e também prejudica os trabalhadores.
Os funcionários que atuavam no serviço deixarão de receber o adicional de periculosidade, o que significa uma grande redução salarial. Além disso, esses profissionais serão remanejados para outras funções, acumulando perdas financeiras e insegurança quanto às condições de trabalho.
A administração está ciente do corte e de seus impactos, mas, ainda assim, optou por manter a decisão.
Mais uma vez, a conta do ajuste financeiro está sendo paga pelos servidores e pela população de Campinas, que perde um serviço essencial na rede de urgência e emergência. O sindicato reforça que não aceitará a retirada de direitos dos servidores.